domingo, 5 de junho de 2011

Desenfreada.

Pra quem sempre ponderou muito o que iria falar, eu ando meio "inconsequente" e tô me saindo melhor que a encomenda. Nada grave e nada que ofenda e magoe ninguém, mas coisas que talvez me deixem expostas e, pq não dizer, vulnerável...
Se já é difícil assumirmos pra nós próprios sentimentos, desejos e vontades, imagina assumí-los descaradamente para o outro, correndo o risco de sermos julgados erroneamente... pq sim, seremos julgados, de qualquer maneira, isso não há como ser evitado... Mas não dá pra viver baseado no que os outros irão achar, pelo menos agora eu tenho a certeza... Eu disse e eu tentei tudo que podia ser dito e tudo que podia ser feito...

domingo, 29 de maio de 2011

Confesso: Não sei o que eu quero e, mais do que isso: Não sei o que é melhor pra mim.

quinta-feira, 19 de maio de 2011

E a vontade só aumentou hoje....

domingo, 15 de maio de 2011

Apenas um desabafo (rápido!)

Hoje eu tô com tanta vontade de beijar uma pessoa que não estou cabendo em mim!
Amanhã não sei se a vontade vai continuar, mas hoje... Meu Deus!!!!!!!!!!!!

Não sei se o que eu sinto é chamado de saudade, saudade do que? Do que eu ainda não vi, só se for... Penso como é engraçado a forma de como as pessoas, que num momento não são nada pra vc, e BAM! Tudo muda....

Tudo muda... o tempo todo... Não ?

sábado, 7 de maio de 2011

Tudo muda o tempo todo... E eu não seria diferente.

Caramba... Faz mais de um ano que eu sequer escrevia aqui. Aliás, isso é algo que me assusta: Uma coisa que sempre gostei e sempre fiz muito bem, ando sem a menor vontade de fazer (ao menos até o exato momento), que é escrever.
O que aconteceu da última postagem pra cá?
Bastante coisa... Mas eu diria que o tempo correu em especial nos últimos 10 meses...
E como eu mudei! Ou melhor, mudando nós sempre estamos, mas nunca senti tanto essa mudança como agora!

Na verdade, me sinto até tola escrevendo aqui. Perdi a paciência. Já não tinha muito pra muita coisa, mas pra escrever também?

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

***Acho que não sei quem sou, só sei do que não gosto...***

Do fundo, mas bem do fundo da minha alma, só eu sei qual é o meu maior pedido.
Desde que me entendo por gente sempre quis ser uma mulher realizada. Realização pra mim tem vínculo direto com amor.
Que amor?
Amor...
As vezes ainda me sinto meio infantil, ainda espero e acredito que chegará um dia em que chegará ele... Quem?
Quem o amor escolher pra mim. Ou escolher a mim para ele.
Melhor que sejam ambos.
Acho que tenho a alma mais fantasiosa que conheço. Acredito em histórias bonitas, se for complicada então... Aí que fica mais emocionante.
Em confronto com a minha alma cai como uma pedra frase que mamãe dizia: "Se não der certo no começo, não vai dar certo nunca."
E aí? Quem está certo?
Mamãe era mais prática. Eu sou mais romântica.
Minhas experiências nesse ramo estão em cima do muro.
Eu adoro ter história pra contar. Adoro histórias bonitas e, pelo menos até agora, tenho algumas. Duas. Não sei se ambas chegam a ser "histórias", mas são bonitas.
Boas lembranças. Demais.
Uma que foi mais doida, impossível. E hoje, sobrou um sentimento de gratidão e carinho inexplicáveis, embora tenha sido a que mais me fez chorar. Talvez pela época em que ela me pegou, quando perdi minha mãe, talvez...
Mas o que essa história agregou à minha alma, é impagável. Me trouxe mais simplicidade, mais cumplicidade comigo mesma e mais valores.
A outra história?
Meio sem querer começou há 7 anos atrás.... E eu nem podia imaginar que seria "uma história".
Por isso hoje olho com muito mais cuidado todos ao meu redor. E aprendi que nunca devo dizer nunca (!!!).
O meu nunca se transformou no sim.
Foram 3 meses juntos, e quase 3 separados... Não facilito muito, eu sei. É porque simplesmente não tenho vontade de cortar da minha vida, como se não tivesse existido.
Não consigo ter raiva, o que é pior (ou melhor). Não consigo ter motivos para ignorar. Tem quem me ache burra, mas eu ainda acho que sou uma das poucas pessoas que conheço que tem grande capacidade de relevar situações e sempre, sempre enxergar o melhor lado de tudo, e de todos.
Não ha nada a ser perdoado, de fato. Não há erro. O que acontece? A vida, acontece...
Alimentar esperanças nem sempre é saudável, e nesse caso eu nem queria, mas ainda não tem como, não depois de tudo que aconteceu depois desses 7 anos...
Quero paz. No meu coração.
Já desejei muito uma pessoa e hoje já sei que não desejo mais. É por isso que ainda não sei afirmar se eu te desejo.
Sei que sinto sua falta. Saudade de sentir saudade.

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Quando o amor acaba

Alguns amores duram para sempre.
Outros se renovam.
Alguns se perdem por aí, por falta de cuidado.
Mas muitos amores acabam.
E quando um amor acaba, dói igual pra quem deixou de amar e pra quem deixou de ser amado.
O fim de um amor vem sempre carregado de mágoa, de frustração...
É que quando a gente ama, sente um poder e uma força tão grandes, que nem passa pela cabeça viver sem essa emoção.
Não tem jeito, tem amor que chega ao fim.
Mas quer saber?
O ser humano nasce com uma capacidade inesgotável de amar.
Não é à toa que amamos intensamente filhos, pais, irmãos, amigos...
E não é à toa que amamos mais de um homem ou de uma mulher na vida.
Por isso, se o seu amor foi embora e você acha que ficou vazio, acredite, é coisa passageira.
É apenas uma pausa pro começo de um amor novo que vem por aí.
Porque quando a gente ama, fica com uma reserva de coisa boa aqui dentro.
Se não fosse assim, não sobraria nada pra dar à próxima pessoa que chega.
Só quem já amou de verdade sabe que amor é o tipo da coisa que quanto mais a gente dá, mais tem.
Embora os poetas sempre escrevam sobre desilusão, ninguém morre de amor...
É exatamente o contrário:
A gente vive de amor. Se não fosse o amor, não estaríamos aqui.
Amor é prática. É exercício.
É insistir na busca da felicidade.
Se usarmos a inteligência, a paciência e, claro, a tão necessária esperança...
O amor nunca vai faltar.

Texto: Lena Gino.