terça-feira, 26 de janeiro de 2010

***Acho que não sei quem sou, só sei do que não gosto...***

Do fundo, mas bem do fundo da minha alma, só eu sei qual é o meu maior pedido.
Desde que me entendo por gente sempre quis ser uma mulher realizada. Realização pra mim tem vínculo direto com amor.
Que amor?
Amor...
As vezes ainda me sinto meio infantil, ainda espero e acredito que chegará um dia em que chegará ele... Quem?
Quem o amor escolher pra mim. Ou escolher a mim para ele.
Melhor que sejam ambos.
Acho que tenho a alma mais fantasiosa que conheço. Acredito em histórias bonitas, se for complicada então... Aí que fica mais emocionante.
Em confronto com a minha alma cai como uma pedra frase que mamãe dizia: "Se não der certo no começo, não vai dar certo nunca."
E aí? Quem está certo?
Mamãe era mais prática. Eu sou mais romântica.
Minhas experiências nesse ramo estão em cima do muro.
Eu adoro ter história pra contar. Adoro histórias bonitas e, pelo menos até agora, tenho algumas. Duas. Não sei se ambas chegam a ser "histórias", mas são bonitas.
Boas lembranças. Demais.
Uma que foi mais doida, impossível. E hoje, sobrou um sentimento de gratidão e carinho inexplicáveis, embora tenha sido a que mais me fez chorar. Talvez pela época em que ela me pegou, quando perdi minha mãe, talvez...
Mas o que essa história agregou à minha alma, é impagável. Me trouxe mais simplicidade, mais cumplicidade comigo mesma e mais valores.
A outra história?
Meio sem querer começou há 7 anos atrás.... E eu nem podia imaginar que seria "uma história".
Por isso hoje olho com muito mais cuidado todos ao meu redor. E aprendi que nunca devo dizer nunca (!!!).
O meu nunca se transformou no sim.
Foram 3 meses juntos, e quase 3 separados... Não facilito muito, eu sei. É porque simplesmente não tenho vontade de cortar da minha vida, como se não tivesse existido.
Não consigo ter raiva, o que é pior (ou melhor). Não consigo ter motivos para ignorar. Tem quem me ache burra, mas eu ainda acho que sou uma das poucas pessoas que conheço que tem grande capacidade de relevar situações e sempre, sempre enxergar o melhor lado de tudo, e de todos.
Não ha nada a ser perdoado, de fato. Não há erro. O que acontece? A vida, acontece...
Alimentar esperanças nem sempre é saudável, e nesse caso eu nem queria, mas ainda não tem como, não depois de tudo que aconteceu depois desses 7 anos...
Quero paz. No meu coração.
Já desejei muito uma pessoa e hoje já sei que não desejo mais. É por isso que ainda não sei afirmar se eu te desejo.
Sei que sinto sua falta. Saudade de sentir saudade.

1 comentários:

Juliana Ribeiro disse...

Bom acho que sou um pouco parecida, mas ao contrario de vc me forço a perder o contato com ex. Acho que nada melhor do que o tempo para diminuir as mágoas e preservar o carinho.